A
escolha mais fácil faz da gente menor. Escolher assumir os riscos deixa tudo
mais emocionante. E se não der certo, cabe assumir a responsabilidade. E sem se
culpar.
Já
nos afastamos demais, e de pessoas demais, porque preferir a responsa do que
aconteceu conosco é barra pesada demais para continuar com a cabeça erguida.
E o
que nos faz grandes é justamente aceitar o que é. Sem conexões. Sem
transferências.
Quando
chega a hora dos panos quentes é porque tem coisa errada. Melhor é chutar o pau
da barraca e que caiam os panos quentes.
Talvez
este seja o grande exemplo em comum dos grandes humanos. Saber no que crer e
tocar o barco.
É
tocar a vida sabendo o que é real. E jogar com as cartas que se tem sem fazer
delas um castelo frágil.
Enquanto
for mais fácil fechar os olhos para acreditar, será mantido a mentira a ser
vivida. E esta mentira vai cair fora tão logo a questão vir à luz.
Há
coisas que nascem e morrem. E justamente porque estas provêm de nós. Estas
egressam e regressam ao seu criador. Nascem e morrem. E findam-se quando postas
a luz do entendimento. Até lá perdura o ciclo que envolve o indivíduo que
não permite que este possa amadurecer certas características
Não é
que alivie a barra que se tem pra carregar. O que acontece é que com o
entendimento a mente clareia e a coragem se fortalece.
A
escolha mais difícil pode ser a melhor a fazer.