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A ficha cai e a marionete também cai.

Me caiu a ficha de umas coisinhas. Uma delas é que o momento em que a ficha cai (e a ficha cai) é um instante que parece perdurar. Como numa forma de meditação, estamos atentos só àquele momento. Caiu a ficha.
Sobre tanta coisa caem fichas quanto são as coisas que deixamos colocarem na nossa cabeça. Não deve ser tudo colocado por nós, mesmo porque é tanta coisa.
Tenho cuidado com a palavra deslumbre, se você está deslumbrado não enxergará direito e se perderá de si. Sabe quando uma questão em que escolheu a alternativa errada é revista? E é óbvio demais depois do do erro. E tarde demais também. Porém, pode-se ser cedo pra tanta coisa.
Tudo que massifica empobrece o espírito (Marco Aurélio, o imperador de Roma), aqui temos muitas das nossas fichas que ainda não cairam. As midias e as modas estão aí para nos garantir a sensação de que somos aceitos como somos e vão nos uniformizar para que esta ordem se mantenha. Ordem sem progresso. Visão distorcida focada num deslumbre e a vida que passa num instante só se dá conta tarde demais. Esta é a receita. Receita de empresas que emprestam uma sensação de saciedade. Receita de represas que represam a sensibilização da sociedade. E represamos e representamos isso até para os nossos sentimentos.
A técnologia veio para nos trazer facilidades, ao invés disso nos deixou com uma maciça preguiça de pensar. Nos prensar e empacotar. Descobrimos frases geniais todos os dias no facebook, mas temos comodismo demais para coloca-las em prática. As frases feitas tem esse efeito colateral, já estão feitas e formatadas, escritas. As escritas e escrituras se impoem em uma linha dura de parnasianismo indiferente ao que a gente sente. E vira e mexe a vida vai, a ficha cai, o deslumbre trai.
Acredito eu em algo além da matéria. Em alma e espírito E estes buscam algo maior em sentido de sentir, não de medir, nem mentir ou mensurar. A alma quer bem mais do que o conhecimento e a sabedoria, quer vivê-los. E ao vivência-los abre mão do que até então era o natural. E não serve mais o que temos para o momento.
A alma quer viver o espírito das coisas. Porque a mesma verdade que liberta não faz voar, essa parte é com a gente.

A seguir o link que traz uma reflexão a respeito. Tudo dito sem uma só palavra.
A ficha cai e a marionete também cai.

http://www.youtube.com/watch?v=lV4ZnoYhwgg

O lar é a oficina do espírito?

Pensando a respeito do aforismo que o lar é a oficina do espírito, pensei em nossos hábitos domésticos que inconscientemente são repetidos na via pública. E colocando tal pensamento em um âmbito reencarnacionista, entendi que exercitamos atitudes que são próprias a nossa evolução e compreensão. Tô certo? Não sei, é por isso a pergunta.
Mas até tudo como costumamos ouvir nas casas espiritas materiais e do youtube. O que me chama a atenção é outra coisa. Se temos uma atitude em relação à algo, consideraremos "normal" algo semelhante. E mais, afloramos inconscientemente tendências a comportamentos próximos, pois que no plano mental algo similar foi aceito.
Sendo o orgulho e o egoismo as raízes dos males humanos, a gente acostuma com atitudes egoistinhas e depois tem um chilique e tem uma egoistaça. Saca? O ladrão de tostão vira ladrão de milhão... e assim vai.
E neste sentido, me esclareceu que parte de nossa agressividade, que vem do orgulho ou do egoísmo, é exercitada ao comer um animal. ARÁÁÁ!! Aí, está! O humano acha que matar pra comer é "normal" e normatiza isso. E não necessariamente vai matar alguém, mas vai fazer disso um combustível para a sua animalidade. Desta feita,está mantendo-se vinculado a matéria. Coisa que no desencarne complica muito, ou você acha que um perispírito grosseiro descola facinho deste corpitcho?
Abaixo segue alguns livros cláááássicos da Doutrina Espírita de onde eu baseio o meu raciocínio.
Trago aos amigos não a intenção de converter, mas de pensar a respeito. Abraço a todos.

http://www.oconsolador.com.br/ano4/174/especial.html